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A literatura africana de expressão portuguesa nasce de uma situação histórica originada no século XV, época em que os portugueses iniciaram a rota da África, polarizada depois pela Ásia, Oceania, Américas. A historiografia e a literatura portuguesas, sob a óptica expansionista, testemunham o «esforço lusíada» da época renascentista. Cronistas, poetas, historiadores, escritores de viagem, homens de ciência, pensadores, missionários, viajantes, exploradores, enobreceram a cultura portuguesa e, em muitos aspectos, colocaram-na ao nível da ciência e das grandes literaturas europeias.
Gomes Eanes de Zurara, João de Barros, Diogo do Couto, Camões, Fernão Mendes Pinto, Damião de Góis, Garcia de Orta, Duarte Pacheco Pereira, são alguns dos nomes cujo discurso é alimentado do «saber de experiência feito» alcançado a partir do século XV, em declínio já no século XVII e esgotado no século XVII. A obra de um Gil Vicente ou, embora escassamente, a de poetas do Cancioneiro, ao lado das «coisas de folgar», foram marcadas pela Expansão ao longo dos «bárbaros reinos». [...]»
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O Instituto Camões irá disponibilizar, através do Centro Virtual Camões, todos os volumes da colecção, BIBLIOTECA BREVE, no formato «pdf», que permite uma impressão de grande qualidade.
Os volumes que estiverem esgotados no mercado estarão acessíveis ao público em geral. Os que ainda se encontram à venda serão, mediante pedido de envio de palavra-chave para , postos à disposição de:
. Responsáveis de Centros Culturais Portugueses
. Responsáveis de Centros de Língua Portuguesa
. Professores e Investigadores estrangeiros de Língua e Cultura Portuguesas
. Leitores de Português das Universidades estrangeiras
Se não tiver instalado o programa «Acrobat Reader» no seu computador, deverá fazê-lo seleccionando o ícone ao abaixo.
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