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Redondinho, redondinho como a pedra de um moinho... |
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Tenho um tio que é meu tio... |
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Sou um fruto de Outono... |
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Uma caixa pequenina mas que pode rebolar... |
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Pequenina como a abelha, enche a casa até à telha... |
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Pai carinhoso, filho espinhoso, neto amoroso... |
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Qual é a coisa, qual é ela, que no alto está... |
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Qual era a cor do cavalo branco de Napoleão? |
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Muitas damas num castelo... |
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Quem de vinte cinco tira... |
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Qual é a coisa que está mais alta que o rei? |
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São muitos vizinhos com os mesmos modos... |
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Que é, que é, que quando sobe é porque há festa? |
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Qual é a coisa que tem o lugar no meio da casa? |
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Que é, que é, nome de homem, nome de mulher... |
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Sou frio, também sou quente... |
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O que é pequeno em Lisboa e grande no Brasil? |
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Que é, que é, que quando mais quente está... |
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Tem cabeça e não tem pescoço... |
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Está em tudo e nada tem... |
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Tem quatro sílabas e vinte e nove letras... |
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Sempre quietas, sempre agitadas... |
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Venho das ondas do mar, nascido na fresquidão... |
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Nome de homem, nome de mulher e nome de flor... |
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Anda, anda e nunca chega ao seu lugar... |
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Varre o céu todos os dias... |
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Verde no campo, negro na praça... |
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É a primeira de um verbo. É apelido vulgar... |
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Lutos são trajos meus... |
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Altos palácios, lindas janelas... |
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Tem dentes e não come... |
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Nos dentes quero a água... |
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Um muro branco, uma flor amarela... |
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Qual é o mês... |
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Mesmo dentro de casa... |
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Diz-me já! |