Na primeira fase de recuperação e restauro do Solar da Ponte, a Sociedade M.S. procurou, em primeiríssimo lugar, salvar o
que restava da estrutura da casa, colocando-lhe telhado novo e novas portas e janelas, e proceder, ainda, à construção da
placa em betão armado do piso do 1º andar.
(www.csarmento.uminho.pt/nephl_333.asp )
Inicialmente as construções adoptavam o sistema estrutural Hennebique que consistia num conjunto de pilares e vigas sobre os
quais se assentava uma laje maciça.
A primeira obra Portuguesa em betão armado foi a fábrica do Caramujo, em Almada, em 1897. Apresentava uma construção
modular, reticulado de pilares e vigas, com grandes espaços abertos, sem elementos decorativos. A segunda obra realizada
com o sistema Hennebique foi a ponte sobre a ribeira do vale de Meões, em Mirandela, com um arco de 19m de vão. Contudo já
não existem vestígios dessa obra. (...)
Ao longo do séc. XX o betão armado é melhorado referindo-se a descoberta de novos tipos de cimento, como por exemplo
o aluminoso de presa rápida, que resiste à água do mar e às altas temperaturas, o cimento branco para decoração
arquitectónica dos edifícios. Os varões de aço deixaram de ser lisos para melhor aderirem à massa de betão. As lajes
também evoluem passando a existir lajes vazadas e lajes fungiformes, sem necessidade de vigas.
(http://www.construirportugal.com/?accao=submenu&id=34)
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