Numa experi�ncia de convec��o, um l�quido � aquecido uniformemente atrav�s da superf�cie inferior
e arrefecido atrav�s da superf�cie livre. Como o l�quido quente � mais leve (a densidade � menor) do que
o l�quido frio, o l�quido quente tem tend�ncia a subir na direc��o da superf�cie livre. Por outro lado,
o l�quido frio tem tend�ncia a descer na direc��o oposta. Estes dois movimentos n�o podem ocorrer ao
mesmo tempo sem coordena��o entre os fluxos. O l�quido auto-organiza-se num padr�o de convec��o,
formado por rolos paralelos, com um fluxo ascendente dum lado e um fluxo descendente do outro. A
convec��o � semelhante � magnetiza��o no sentido em que as mol�culas se movem de uma forma colectiva.
A diferen�a entre os dois estados � que na convec��o o padr�o � din�mico: as mol�culas permanecem
em movimento enquanto o gradiente de temperatura se mantiver.
(http://cftc.cii.fc.ul.pt/PRISMA/capitulos/capitulo5/modulo3/topico2.php)
|